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Extra Terrestres


Eleonora Duviver_crédito: Theodora Duviver

Acabo de ler um artigo na Plataforma Medium, de um doutor americano em física que segue o paradoxo Fermi. Diz ele que se existem alienígenas, ou eles não são inteligentes ou não tem interesse em viagens e comunicações Inter galácticas, nem mesmo roboticamente. Pois se existirem, deve haver entre eles muitos que nos antecedem por milhões de anos e devem ser superiores a nós em todos os campos da tecnologia. Meu Deus, só se pensa em tecnologia! Não é atoa Jung ter dito que o homem moderno esta com isso perdendo a sua alma!


A imensidão do universo com sua infinidade de galáxias contendo outra infinidade de sistemas solares parece tornar muito mais possível a existência de outros planetas onde a vida pode até se encontrar em diferentes estágios e adiantamento, ao invés de um deserto cósmico que seria total não fosse por nós aqui na Terra.


Talvez para satisfazer a constante defensiva em que vive a cultura americana, os filmes que fez sobre alienígenas os mostraram em geral como monstros de destruição. Tais fantasias devem também ser herança do maniqueísmo puritano, o qual opõe o que é certo ao que é errado de maneira fanática e imperdoável. Para os resquícios de puritanismo, se Deus fez o homem “`a sua imagem”, qualquer outra vida inteligente que não pertença à espécie humana é anátema.


Mas e se os alienígenas fossem criaturas olímpicas de beleza semidivina e atributos mais elevados espiritualmente do que os nossos? Seriam, por exemplo, mais identificadas `a contemplação do que à ação, à comunhão do que à separação, ao ser do que ao devir. Os efeitos cinematográficos para lhes dar forma seriam menos dispendiosos do que os dos monstros invasivos e predadores que foram feitos. Ao invés de algum deles se instalar no estômago de uma pessoa e deformá-lo, o alienígena poderia estar ajudando essa pessoa sem poder ser visto por ela. Pois a beleza dele, no limite entre a matéria e o espírito, não poderia ser facilmente registrada por olhos humanos. Eles seriam sólidos como a verdade e transparentes como a sinceridade. Poderiam brincar entre nós sem ser percebidos e, sincronizados com a dimensão mística e responsiva, viajariam através de um dos inúmeros modos de seu pensamento; estariam além da racionalidade e da ciência.


Teriam a aparência de deuses gregos e seriam em média uns 20 cm mais altos do que os homens altos. Tudo que comeriam seria transformado em sua fonte de energia física, sem deixar detritos a ser expelidos por intestinos. Nem “gás” eles, portanto, passariam. Suas nádegas seriam a continuação de suas pernas, e como nós, poderiam sentar-se sobre elas.


Suas roupas se materializariam de suas intenções mentais, e estas se reciclariam em outros pensamentos assim que deixassem de ser usadas; nunca ficariam velhas.


Assim como no desenho animado o mundo à volta de um personagem se molda `à personalidade deste e responde ao seu movimento, a atmosfera por vezes se tornando sólida quando um deles ultrapassa a beira de um abismo e servindo de chão para que este dê marcha ré, o movimento físico desses alienígenas se desdobraria da sincronia entre seus pensamentos e seus arredores. Fenômenos que na animação quebram as leis físicas a serviço do que Walt Disney chamou de “Possível Impossível”, referindo-se a um desenvolvimento de formas realisticamente absurdo mas fazendo sentido emocionalmente.


Em poucas palavras, na existência desses seres a cisão entre mundo externo e interno seria substituída por uma comunhão entre os dois, como acontece na verdadeira contemplação. Eles poderiam se comunicar por telepatia ou por amor, dependendo do caso. Só usariam suas vozes para cantar, e sua autonomia de movimento para dançar. Assim como nos musicais, o canto e a dança corresponderiam à fala e à deslocação de corpos. Sua atividade sexual seria como a interação de casais nos melhores duetos de homem e mulher, tipo Elis Regina e Tom Jobim cantando Águas de Março, Mikhail Barishnikov e Elaine Kudo dançando Frank Sinatra, ou mesmo o coronel Von Trapp e Maria (A noviça Rebelde) complementando-se através da dança folclórica austríaca “The Ländler”.


Pensei tudo isso porque a sincronia mística não é somente uma fantasia, principalmente quando lembramos que a existência do livre arbítrio, poder de transcender às leis da natureza, foi aceita por alguns físicos modernos para partículas subatômicas, assim como foi aceita a influência do observador sobre o que é observado. Mas pertence a uma espécie que não esqueceu sua alma na sede de progresso tecnológico. Está à mil anos luz adiante da razão, da ciência, e de tudo que, ao invés de afirmar a alma, afirma o ego e seu direito tirânico sobre a realidade. Mas vou deixar os outros detalhes relativos à maravilhosa espécie extraterrestre que imaginei por conta da imaginação de outros.


 

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