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Bullying




Eu acredito que se você conversar com qualquer pessoa do seu círculo social vai facilmente constatar que a maioria delas já sofreu bullying na infância ou em algum momento da vida. Muito se fala sobre bullying que de modo geral é definido como a prática de atos intencionais e repetidos de violência física ou psicológica que intimidam, humilham e traumatizam uma pessoa.


Obviamente que as consequências dessa prática não poderiam ser positivas. Pesquisas mostram que as vítimas de bullying podem transitar por inúmeros tipos de distúrbios e transtornos e que ele pode até mesmo levar suas vítimas ao suicídio. Existe também uma infinidade de tipos de bullying que poderiam ser, a grosso modo, classificados como mais ou menos agressivos. Há quem diga que antigamente o bullying era chamado de " brincadeira de mau gosto".


Conversando sobre o assunto percebo que pessoas de gerações mais antigas costumam dizer que todo mundo sofreu bullying e viveu a vida normalmente. E diante dessas afirmações, comecei a refletir se seria possível identificar o limite entre a vitimização e o sofrimento real das pessoas que são vítimas desse tipo de prática. E será que existe vitimismo nesse cenário? Quem é que pode subestimar o que uma pessoa sente quando é deliberadamente atacada por outra das mais variadas formas dia após dia?


"Eu sofri bullying e saí ileso", muitos diriam. Será mesmo? Me pergunto se já tivemos a oportunidade de fazer uma autoanálise profunda ou se nos conhecemos o suficiente para questionar se determinados posicionamentos, crenças e atitudes negativas que temos sobre nós mesmos podem ter vindo lá da infância quando sofríamos essa prática mas não sabíamos da sua dimensão.


Conflitos emocionais, autoimagem distorcida, sentimento de inferioridade, sensação de não pertencimento. Quem nunca sentiu qualquer uma dessas coisas antes? E é claro que tudo isso pode ter raízes em outras circunstâncias, pode ter vindo de outras situações. Mas é válido analisar, entender, perceber. Porque o bullying pode ser inúmeras coisas, mas definitivamente não é só uma brincadeira de mau gosto.


De Paula Sabbag para CRIATIVOS!


 

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