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Nome de Mulher


Lais Amaral Jr.

(Os embaraços de ter nome de mulher)


Já escrevi sobre algumas situações embaraçosas e, cômicas, a que fui exposto por conta do meu nome feminino. Embora alguns reconheçam como aplicável a ambos os gêneros, com certeza a maioria das pessoas conhece mais mulheres chamadas Laís do que homens. Eu mesmo conheço meia dúzia, só aqui em Resende. Fora as inofensivas correspondências e telefonemas me tratando como dona ou senhora Laís, já aconteceram casos mais encorpados.


O mais recente, e certamente não será o último, aconteceu há cerca de 20 dias. Foi em uma conferência no Rio da qual participaram da nossa região quatro pessoas: três de Resende e uma de Quatis, por coincidência, dois homens e duas mulheres. O evento duraria dois dias e os organizadores distribuíram previamente os participantes num hotel em quartos duplos, naquele modelo de praxe: homem com homem e mulher com mulher.


Na hora do checkin deu-se a bulha. E dessa vez tinha mais um complicador: uma das mulheres que até então eu conhecia por Jussara se chamava Ubirajara. Não é exclusividade do meu pai, viajar na maionese na hora de escolher nome de filho. Na relação de reservas do hotel constava um quarto para João e Ubirajara e outro para Laís e Ivone. A recepcionista custou a entender que a dupla de homens era Laís e João e as mulheres Ivone e Ubirajara. A apresentação dos respectivos documentos de identidade convenceu a recepcionista um tanto atarantada com a situação. Mais tarde deve ter cortado um dobrado para explicar ao gerente que os ocupantes dos quartos 306 e 315 eram pares e não casais como parecia constar na lista de hospedes daquele fim de semana.


Num outro momento de saia justa, eu chegara numa clínica para tirar uma radiografia. Não andava me sentindo bem. Minha companheira, Marisa Carvalho, que era enfermeira, agendou a consulta. Chegamos e fomos encaminhados para a sala de radiologia. Lá, a técnica, com os olhos pregados à prancheta, perguntou: “Você está de sutiã?”. Eu já escaldado com esses enganos, brinquei: “Uso às vezes no Carnaval quando saio no Bloco das Piranhas”. Marisa já gargalhava e a jovem, embaraçada balbuciou: “Tem alguma coisa errada” ao que Marisa completou: “Laís não sou eu, é ele” e me apontou. A jovem técnica envergonhada desculpou-se. Ossos do ofício e culpa do meu pai.


Bar de estimação. Todos devem ter um

Ser frequentador de bar ou falar coisas de bar não significa ser um apologista da bebida alcoólica, nem de uma vida pueril. O bar não é um local onde as pessoas vão para beber. Ou exclusivamente para beber. As pessoas vão ao bar para conviver, para encontrar seus pares. "Limpar a chaminé", perceber sentido na existência. Lá se conversa de tudo, sobre tudo, sonha-se, se arquitetam planos, se conspira. E se bebe um pouco, claro. Ninguém é de ferro.


A crônica e o breve elogio ao bar, estão no meu livro Fala, Botequim! de 2020, que reúne crônicas e notas publicadas na minha coluna no Jornal Beira-Rio, de Resende-RJ, na sua fase impressa.


Fala, Botequim!

Editora Livronovo

126 páginas

Sem lançamento devido a pandemia


 

O que rola na internet?



Roda de Samba.



Mario Lago Filho entrevistado por Lais Amaral e elenco da CRIATIVOS!



 

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