Cacau e Chocolate


Mercado se destaca de forma sustentável pela alta qualidade


Maitê e o cacau, por Kika Aidar

O parisiense Mathieu Laurent Hourcade chegou em 90 na Bahia para conhecer Itacaré. Logo depois ficou atraído pela preservação ambiental de Serra Grande. No vale do rio Tijuipinho encontrou um sítio que se chamava Santa Tereza. “Escolhi conservar o nome em homenagem a Maria Tereza, rainha da França, que deixou famosa uma preparação de bebida quente de cacau e iniciou o interesse do cacau na Europa”.

No início do negócio ele torrou, moeu, fez cocada de cacau e os resultados despertaram atenção para melhorar a fineza do produto. Após 20 anos produzindo chocolates finos a frente da marca Cacau Santa Tereza, Mathieu cita: “Comecei a temperar a massa para chocolate há uns 10 anos atrás e iniciei no processo do cacau cru para alcançar uma atração pelo produto regional em uma nova proposta de chocolate cru, não torrado”, endossa.