Tênis e racismo*




Brenno Mascarenhas / foto: Cedro Rosa



Em 1992, em entrevista à revista “People”, Arthur Ashe, o consagrado tenista negro norte-americano, campeão de Wimblendon, do Aberto da Austrália e do US Open, afirmou que mais pesado que o fardo da AIDS (que contraíra em transfusão de sangue) era para ele o fardo da raça.


É difícil saber o que exatamente Ashe tinha em mente, que efeitos teria o fardo da raça produzido na sua alma. O que é certo é que o romeno Il