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ATARI – Uma breve história de ascensão e queda (PARTE 2)



Em 1979, a Atari mais uma vez a frente do seu tempo, lançou o Atari 2600. Ele era muito menor que uma máquina de fliperama e incrivelmente portátil. Cada cartucho carregava um jogo e era só encaixar no slot do console e pronto, a imagem aparecia na TV. Os joyticks que se conectavam ao aparelho por base de fios, comandavam o entretenimento. Se antes você precisava ir para o fliperama gastar suas moedas para jogar Space Invaders e Pac-Man, o Atari 2600 permitia que você o fizesse no conforto de sua casa.


Mas essa história não termina por aqui. David Crane, Hillary Mills e Adam Belin, três designers de jogos da Atari, insatisfeitos com as condições de trabalho dentro da empresa, se demitiram e criaram a Actvision, uma distribuidora de jogos eletrônicos para consoles. Eles desenvolviam os jogos e vendiam para a própria Atari. Crane ficou famoso por projetar em 1982 um dos jogos mais icônicos da história: Pitfall, que revolucionou o mercado apresentando múltiplas telas e diversos personagens.


Nem todos os jogos tinham a mesma qualidade e expressão de Pitfall. Nessa época, a indústria também despejara diversos jogos ruins. Alguns até baseados em sucessos do cinema. O jogo E.T. foi um exemplo dessa safra, cuja jogabilidade sofrível e gráficos mal feitos sequer faziam jus ao nome do filme de Spielberg. Foi um verdadeiro fracasso no mundo dos jogos eletrônicos. O público foi perdendo a credibilidade nos consoles, até que uma crise tomou conta do mercado. As ações da companhia perderam quase todo o seu valor.


É inegável que a Atari contribuiu muito com a evolução dos jogos eletrônicos que conhecemos hoje. Alvo da atenção de mega empresários, propostas grandiosas para sua venda eram feitas corriqueiramente, até que um dia, Nolan Bushnell resolveu vender a empresa à Warner Communications por 28 milhões de dólares em 1976. A nova detentora da marca não soube gerir a empresa, contrariando totalmente a filosofia dos jogos digitais.


Mesmo com a venda, Nolan retornou à corporação anos depois como consultor, mas por motivo de conflitos internos com o novo CEO, foi demitido da própria empresa que criara.


Ao longo dos anos 1990, a dificuldade da Atari em acompanhar o mercado e o surgimento dos consoles de 8 bits culminaram com a venda de suas divisões para diversas empresas. A Infogrames foi a última a comprar a marca em 2001. Desde então, faz questão de usar o nome e a identidade visual original da Atari em seus produtos.



Gustavo Prado, para CRIATIVOS!


 

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