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GUERRA E PAZ




Ao final da Primeira Guerra Mundial, na conferência de paz de Versailles, os países se reuniram e procuraram não só traçar uma nova divisão política entre as nações, como também criar instrumentos supranacionais que prevenissem a ocorrência de novas guerras. A carnificina havia sido enorme e toda uma geração de jovens europeus havia sido sacrificada em uma guerra suja, sem limites éticos, com uso de armas químicas, desencadeada por motivos fúteis. Dentre estes instrumentos, estavam organismos internacionais, o mais proeminente era a chamada “Liga das Nações”, que, embora não tenha funcionado adequadamente (uma vez que menos de 20 anos após o Tratado se desencadeou a II Guerra Mundial), serviu como esboço do que viria a ser a ONU (Organização das Nações Unidas), fundada após tal conflito e até hoje existente.


Na esteira da Liga das Nações, estão a ILO – International Labour Organization (em português, “OIT – Organização Internacional do Trabalho”), a WEC – World Energy Councel (o “Conselho Mundial de Energia”) e a ICC – International Chamber of Commerce (a “Câmara Internacional do Comércio”). Todas com o objetivo explícito de contribuir para definir padrões internacionais em sua respectiva área de atuação, de tal maneira que relações de trabalho, energia e relações comerciais possam se desenvolver entre os países e, por meio de sua respectiva interação, contribuir para um melhor entendimento e redução da possibilidade de futuras guerras.


Hoje em dia, no âmbito da ONU, outros órgãos foram criados e, embora a atuação conjunta de todas essas organizações possa ter contribuído para a redução de novas guerras mundiais, não foi suficiente para prevenir conflitos regionais, tal como a Guerra da Coreia, a Guerra do Vietnã, a Guerra do Afeganistão e a Guerra da Crimeia. Ainda que todos estes conflitos tenham um componente ideológico, as razões econômicas de cada um, ao lado das militares, têm sido as detonadoras desses processos mortíferos – com terríveis custos no plano humanitário.


Precisamos observar, porém, que, hoje, ameaça pior do que qualquer destes problemas regionais, vem a ser o estilo de vida baseado na economia do consumo (da qual a China é a mais recente aderente) e o uso intensivo de energias fósseis, responsáveis por mais de 80% do consumo total de energia do mundo. Tais fatores somados estão causando ao clima do planeta uma sucessão de eventos extremos que se sucedem a cada semana.


O último a ganhar as manchetes foi a poluição no céu de Nova Iorque e Washington tomado de cinzas causadas por grandes incêndios que ocorreram na semana passada em florestas do Canadá. Assim como esses, vimos enchentes na Índia, desertificação crescente na África, secas no Brasil e nos EUA, tudo com impacto econômico direto na produção e na vida de milhões de habitantes. Não existe ainda um órgão ambiental supranacional com poderes eficazes para coibir os fatos geradores de tais agressões ao meio-ambiente do planeta. O IPCC (“Painel Internacional de Controle de Mudanças Climáticas”), da ONU, limita-se a registrar a crescente concentração dos chamados “gases de efeito estufa”(metano e gás carbônico) na atmosfera, demonstrando que a atual concentração já causará uma elevação da temperatura média do planeta de consequências desastrosas para a vida de centenas de milhões de seus habitantes.


Urge, portanto, que tanto no plano internacional, nas reuniões da ONU, como no plano nacional, na atuação de ministérios e órgãos ambientais, sejam adotados os devidos cuidados, leis e regulamentos que impeçam a destruição dos sistemas e biomas naturais responsáveis pela sustentabilidade da vida em nosso planeta. Infelizmente, nas últimas semanas, uma série de decisões do Congresso Nacional brasileiro colocou em risco a seriedade com que devemos enfrentar tais problemas em nossos país. Em paralelo, algumas políticas econômicas também parecem incentivar o uso de produtos ligados à emissão de gases poluentes. Esperemos que essas medidas venham a ser revertidas.


 

Cultura, música


impulsionando a geração de direitos autorais para compositores, músicos, bandas e produtores por meio de músicas certificadas.



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Música independente do mundo, via Cedro Rosa, nesta playlist da Spotify.


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Plataforma se destaca no mercado de música independente ao garantir qualidade e proteção para artistas e produtores.



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Playlist Cedro Rosa, no Youtube.


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