Curtas e boas

Ciro 2022 foi um amontoado de erros, em 3 tempos.


Primeiro.

A estratégia da campanha política de Ciro Gomes em 2022 foi errática do início ao fim.

Primeiro, por ter escalado Lula como principal alvo-inimigo a ser abatido, de olho no eleitorado anti-Lula e anti-PT que votou em peso em Bolsonaro, um deputado insignificante do baixo clero, em 2018.


Segundo.

Apostar que o eleitorado anti-Bolsonaro e anti-Lula o escolheria, como uma opção centro-direita e centro-esquerda. Este eleitorado enxerga Ciro como "maluco".


Terceiro: nocaute.

Ter escolhido atacar e, pior, debater com o artista Gregório Duvivier em função do programa Greg News ter preconizado votação em massa de "ciristas" no Lula, para uma vitória ainda no primeiro turno como arma para neutralizar tentativa de golpe de Bolsonaro.

Neste programa Ciro expôs o que tem de pior: autoritarismo e virulência.