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Botafogo: investidor multinacional de tecnologia e entretenimento compra 90% do controle do clube.


John Textor - fonte: TED, na intenet em 2011

John Textor, investidor, investidor multinacional de tecnologia e entretenimento comprou, segundo noticiário, 90% do futebol do Botafogo, um dos clubes mais tradicionais do Brasil, que voltou à primeira divisão do futebol brasileiro.


Confesso que me senti bastante aliviado por poder parar de explicar o que cinema, música, comunicação, publicidade, mídia e entretenimento tem a ver com futebol.

Tenho que reponder a este tipo de pergunta desde 1993, quando comecei a trabalhar com futebol, incorporando esta atividade a nosso porfolio.


Lembro de uma ocasião especial em meados do ano 2000.


Um excelente empresário do mercado financeiro, que me propusera uma sociedade ligada a futebol, organizou um jantar de casais para "tomar minha temperatura". Estávamos eu, minha mulher à época, que continua a mesma, só que mais bonita, e o casal, cuja mulher, muito amável, eu já conhecia.



O melhor da musica brasileira, escute nesta playlist da Spotify.



Quando eu expliquei que minhas atividades profissionais incluíam música, assessoria de imprensa, publicidade, produção de shows, ela perguntou se eu não seria uma espécie de "faz tudo". Sim, respondi, acrescentando que o universo de conteúdos e comunicação usa direta ou indiretamente essas e outras atividades como literatura, teatro, dança, pintura, etc. Se a pergunta fosse feita hoje, eu acrescentaria games e tecnologia, que já existiam, mas que não tinham esse protagonismo e relevância econômica.


Textor é oriundo da indústria do entretenimento, tecnologia e design, com ligacões com o poderoso gupo Dupon. Vejam atentamente a foto dele neste artigo. Vejam o que está em segundo plano: um piano e uma guitarra.


Toda essa introdução é para deixar claro o quanto é óbvio que os empresários de entretenimento invistam em futebol , que é, em última análise, entretenimento.

A foto, desfocada, de baixa qualidade, foi tirada da internet, de uma TED realizada há uns 10 anos, onde o investidor explica sua área de atuação.


Da mesma maneira, é óbvio que empresários do mercado financeiro estejam nesse segmento, mas precisam fugir à tendência de investimentos de curto prazo, que muitas vezes canabalizam empresas e instituições. Esses investimentos em futebol precisam de 5 anos de implantação + 5 anos de amadurecimento.


Considerando os números apresentados na proposta do Botafogo, em 5 anos significam: $410 milhões pelo controle da SAD + $ 1 bilhão de dívidas devemos acrescentar $325 milhões ( 65 milhões custo anual do futebol) + $ 150 milhões em aquisição de direitos esportivos. Dá $ 1,885 bilhões, em média, podendo aumenta 10% pa cima. Algo em torno de USD 350 milhões de dólares. Salvo algo que não tenha sido divulgado - neste caso, apenas o clube sabe a extensão de seus ativos e passivos - a conta é esta.


Esses orçamento, em torno de USD 350 milhões em 5 anos, é a média a ser aportada em um clube tradicional da primeira divisão do campeonato brasileio da série


A variação está na quantificação/qualificação do maior patrimônio que esses clubes tem: sua torcida e a equalização de seus passivos.


Estamos, no Brasil, em uma crise econômica há mais de 10 anos, o público médio de torcida nos estádios, mesmo sem pandemia, caiu drasticamente.


Junte-se ao cenário macroeconômico, a tradicional má-gestão dos clubes de futebol, que tornaram suas dívidas bilionárias.



Roda de Samba do Rio de Janeiro! Veja aqui.



Neste cenário, a presença de um investidor internacional da área do entretenimento com este background pode ajudar o futebol brasileiro a se modernizar e se internacionalizar, nao apenas vendendo jogadores como comodities, mas tornando mais transparente e racional a gestão do futebol como um grande negócio de entretenimento.


 

Antonio Galante*

Músico, compositor, produtor, agente esportivo e acionista da Cedro Rosa Tecnologia e Conteúdos.

Em futebol trabalhou em contratos de trabalho e publicidade com alguns dos maiores clubes e jogadores brasileios, como Romário, Rivaldo, Bebeto, Alexandre Torres, Carlos Alberto Torres, Calos Alberto Parreira e clubes como Vasco da Gama, Fluminense, Santos, Botafogo e abriu mercados no Azerbaijão, India e Austria para futebol brasileiro.


 

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