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Web Summit Rio 24 - Empreendedorismo na América Latina: os segredos para o sucesso.

Por: Lucca Pinho e Sanannda Acácia sob supervisão de Eduardo Brasil




Com mais de mil startups buscando o seu lugar ao sol e investidores do mundo todo atrás de novos produtos, tecnologias e oportunidades, pode-se dizer que empreendedorismo é um dos temas centrais do Web Summit Rio 24. Nesse viés, palestrantes latino-americanos que já estiveram por trás dos panos puseram-se à frente, para compartilhar dicas, sucessos e fracassos com aqueles que sonham em montar o seu próprio negócio.

 

Alejandro Váquez, co-fundador e presidente da Nuvemshop – empresa argentina que oferece uma solução tecnológica de e-commerce pensada para que micro, pequenas, médias e grandes empresas possam criar sua própria loja online – e Andy Young – parceiro da Kaszek Ventures (companhia responsável pelos primeiros investimentos recebidos pela Nuvemshop) – subiram ao palco SaaS Monster, nessa quarta-ferira (17), para conversar sobre as dinâmicas de empreendedorismo e venture capital na América Latina.



Foto: Sanannda Acácia

Alejandro iniciou a palestra dizendo que nove meses antes da Nuvemshop receber seu primeiro investimento Andy o havia dito “não” e logo fora interrompido por seu parceiro, que fez questão de pontuar – “no mercado em que trabalhamos não existe ‘não’ e sim ‘agora não’, talvez a sua ideia não esteja madura ainda, talvez o approach esteja errado” – e emendou na importância de se estabelecer relações e passar credibilidade, já que pouco tempo depois o não se transformara em sim. Nesse gancho veio a pergunta: quando levantar capital? Alejandro acredita que tudo depende do tipo de negócio que se está montando e da empresa almejada. Para receber o primeiro investimento é necessário um conceito muito bem definido e mais do que isso – é preciso saber o que será feito com o dinheiro. Segundo ele, levantar capital muito cedo é um dos erros mais comuns entre novos empreendedores, que acabam não fazendo o máximo possível com os recursos dos quais dispõem inicialmente, o que, para os investidores, levanta um sinal de alerta – será que então farão máximo proveito dos recursos que pedem?

 

Ainda nessa linha, os palestrantes afirmaram que não é apenas sobre o dinheiro e sim sobre encontrar as parcerias ideais, que possam ser duradouras, com honestidade e transparência como os principais pilares da relação. Conversar e estar alinhado com os seus investidores sobre o que será feito é fundamental. Tudo isso trouxe à tona o conceito de smart money – “dinheiro inteligente” em uma tradução literal –, isto é, capital investido em empresas por pessoas experientes ou com profundo entendimento da área, que não agreguem apenas valor financeiro, mas também intelectual.

 

Escute a Playlist da Cedro Rosa / Youtube


Nascido na Argentina e imerso durante toda a sua juventude em um contexto de país subdesenvolvido, Alejandro fez questão de ressaltar que, apesar do preconceito que vem de fora, a América Latina talvez seja, hoje, o melhor lugar para o desenvolvimento de novos negócios e tecnologias, pelo mesmo motivo que desperta preconceitos e maus olhares – a enorme quantidade de problemas, tratados pelo empresário como oportunidades.

 

Andy, que hoje é responsável basicamente por avaliar empreendimentos e decidir se devem ou não receber os investimentos que a Kaszek Ventures tem a oferecer, observou que os fundadores das startups focam demais em desenvolver “talentos internos”, ou seja, montam um time que se molda apenas em volta do produto específico. Em sua experiência, uma estratégia extremamente eficaz é contratar profissionais já estabelecidos e que possuam cases de sucesso na área, capazes de oferecer uma visão neutra. “Swing for the fences, get the killers” completou, como quem diz: vá além, mire na lua, contrate os gigantes.

 

Pop Rock Internacional, playlist Spotify / Cedro Rosa


“Não foque no dinheiro, foque no produto, na solução”, foi uma das frases finais da palestra. Ambos os empresários encerraram ressaltando a importância de uma cultura empresarial sólida e de ser obcecado com o problema. Muitos empreendedores se apaixonam por suas soluções e produtos, quando na verdade o foco deveria estar todo no problema.

 

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