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Música: oligopólio das plataforma de streaming nao são sustentáveis para artistas, diz UNESCO


Diogo Nogueira gravando na Cedro Rosa Digital

A UNESCO, em estudo sobre Economia Criativa, digulgado em fevereiro de 2022 mostra alguns aspectos preocupantes para a cadeia produtiva da música.


Entre os pontos mais importantes está a ameaça dos oligopólios à sustentação econômica da maioria dos artistas, pelo modelo econômico praticado pelas empresas de streaming.


"É a ameaça do oligopólio, que poderia recriar a função de guardião que as empresas de mídia tradicional desfrutavam quando um punhado de controladores de rede de TV e rádio decidiam efetivamente sobre o conteúdo. Desta vez, porém, o oligopólio existiria em nível global e não nacional."


 

Cedro Rosa cria Plataforma mundial de Música, em 10 idiomas,

para gerir direitos autorais e licenciar musicas.

 

Essas informações fazem parte da terceira edição do relatório "Re|Shaping Policies for Creativity", ou reformando políticas para a criatividade, produzido pela Unesco e divulgado nesta terça-feira.


A Unesco é o braço da Organização das Nações Unidas para educação, ciência e cultura, e o estudo é publicado a cada quatro anos.


Ainda segundo o estudo, "nunca foi tão fácil compartilha arte e criatividade mas nunca foi tao dificil ser pago para isso".


Outras instituições no mundo, como a União Européia estão fazendo estudos e pressões para revisão de política de pagamento de royalties aos artistas e compositores, já que as gravadoras tem sido privilegiadas.


 

O melhor da música brasileira nesta playlist do Youtube.

 

Segundo a UNESCO, "as atividades do setor cultural agora contam com 6,1% da economia mundial. Elas geram uma renda anual de US$ 2,25 bilhões e quase 30 milhões de empregos no mundo, empregando mais pessoas com idades entre 15 e 29 que qualquer outro setor. A indústrias culturais e criativas se tornaram essenciais para o crescimento econômico inclusivo, reduzindo as desigualdades e colaborando para o desenvolvimento sustentável. Elas estão entre os setores que mais crescem no mundo".


Ainda segundo o estudo, no segmento cultuaral foram pedidos 10 milhões de emprego no mundo, durante a pandemia.


 

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