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NEM SÓ DEUS JOGA DADOS




          Nós também jogamos dados no tabuleiro da história humana, e parece que eles estão viciados, beneficiam os mais ricos e penalizam os mais pobres em todo o mundo. Para os primeiros cai sempre o 6 e para os demais o 1.


          Se caísse para um lado o 6 e para o outro o 5, ninguém colocaria em dúvida os critérios da sorte, e sairia em busca de justiça. Para se colocar em dúvida tais critérios no resultado de 6/5, por exemplo, teríamos que ter a repetição desses resultados por décadas. No entanto, quando os dados caem, sempre, há décadas, 1/6, fica difícil atribuir a qualquer critério a responsabilidade pela diferença constante e tão dispare.


          Assim acontece com a Educação Brasileira que, cá entre nós, colhe maus resultados, há muito tempo, nos testes internacionais, como ocorreu na última edição do Pisa (Programa de Avaliação de Estudantes), realizado pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Os dados não nos deixam mentir, eles confirmam que estamos estacionados entre os últimos colocados nesse tipo de avaliação. Segundo o editorial de O Globo de 1 de julho, ficamos entre os 15 piores países entre os 64 participantes. É, parece que estamos jogando mal os dados por aqui.


          Não podemos esquecer que os dados de Deus estão além da nossa compreensão, mas os indicadores relativos ao nosso sistema educacional podem ser interpretados à luz da razão, mesmo que apresentem aspectos subjetivos e complexos.


          Há quem diga que a Educação Pública é a maior responsável por esse panorama desastroso. Será? O setor privado ataca o serviço público enquanto o setor público critica a iniciativa privada, e, como resultado, rolam novos-velhos dados e viciados. Adivinha? 6/1 de novo. Como disse Caetano Veloso “aqui embaixo (hemisfério Sul) /a indefinição é o regime”. Confusão para quem joga e certeza para quem arma a jogada.


         E assim segue o jogo, algumas escolas públicas e privadas conseguem obter bons resultados nesse tipo de exame, mas de maneira isolada. O problema é que, para termos melhores resultados, seria necessário universalizar esse rendimento. Enquanto isso, os dados continuam no jogo, viciados e previsíveis.


         Não sei se somente a educação básica pode mudar um país mas, com certeza, não há país nenhum no planeta que tenha ingressado no chamado primeiro mundo sem obter resultados mais próximos do 6 nos dados. Não há como revolucionar uma nação se os estudantes não conseguem ser criativos diante de um desafio qualquer do dia a dia. E a criatividade foi justamente o critério utilizado para avaliar estudantes dos países participantes.


        Novamente poderíamos cair no labirinto dos critérios que definem o que é ser criativo diante dos desafios propostos nesses exames. Só consigo pensar numa coisa: 6/1, de novo. Fica difícil explicar que a gente é um povo muito criativo (e somos) quando insistimos em resultados tão pífios.

          É ruim por que é público ou é público por que é ruim? Tem gente viciando os dados e se passando por Deus?


 

Cedro Rosa Digital: Inovação através de pequenos patrocínios em massa, com desconto no Imposto de Renda



COMO APOIAR!

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ARTE DO POVO, PARA O POVO E COM O POVO



A Cedro Rosa Digital, uma plataforma brasileira dedicada à certificação e distribuição de obras musicais, tem inovado ao utilizar os mecanismos dos Artigos 1-A e 3-A da Lei de Incentivo à Cultura para promover pequenos patrocínios em massa. Essa estratégia tem permitido o financiamento de importantes projetos culturais, como:

  • +40 Anos do Clube do Samba: Um documentário que celebra o legado do Clube do Samba, uma das instituições mais importantes na promoção do gênero musical no Brasil.

  • A História da Música Brasileira na Era das Gravações: Uma mini-série que explora a evolução da música brasileira desde os primeiros registros fonográficos até a era digital.

  • Partideiros 2: Um longa-metragem que dá continuidade ao aclamado "Partideiros", destacando grandes nomes do samba e suas histórias.


 

Incentivos Fiscais: Uma Ferramenta Global de Fomento à Cultura e Entretenimento


Em todo o mundo, países utilizam leis de incentivos fiscais como uma ferramenta poderosa para fomentar a produção cultural, cinematográfica e televisiva. Essas políticas têm se mostrado eficazes não apenas para apoiar artistas e produtores locais, mas também para atrair grandes produções internacionais, gerando emprego e renda, além de promover o turismo cultural.


Exemplos de países líderes em incentivos fiscais culturais


Estados Unidos: Nos EUA, diversos estados competem para atrair produções oferecendo generosos incentivos fiscais. A Califórnia e a Geórgia são exemplos notáveis, com créditos fiscais que podem chegar a 30% dos custos de produção. Isso tem atraído grandes produções de Hollywood, como séries da Netflix e filmes da Marvel.


Reino Unido: O Reino Unido também é um grande player no campo dos incentivos fiscais. Oferece até 25% de reembolso nos custos de produção, o que tem atraído produções icônicas como a série "Game of Thrones" e filmes da franquia "James Bond".


Canadá: O Canadá é conhecido por suas políticas favoráveis, com créditos fiscais federais e provinciais que podem totalizar até 45% dos custos de produção. Toronto e Vancouver são destinos populares para produções americanas.


França: A França oferece um crédito fiscal de 30% para produções estrangeiras, incentivando a filmagem de produções internacionais no país. Este incentivo tem sido um fator crucial na decisão de filmar grandes produções em cenários icônicos franceses.


Como participar

Participar do financiamento desses projetos é simples e acessível a todos. Empresas e indivíduos podem destinar parte de seus impostos devidos para apoiar a produção cultural através dos mecanismos dos Artigos 1-A e 3-A. Esses artigos permitem que uma parte do Imposto de Renda devido seja direcionada a projetos culturais aprovados, proporcionando uma forma de apoio financeiro sem aumento de custos para os patrocinadores.


Para mais informações sobre como participar e contribuir para o desenvolvimento da cultura brasileira através da Cedro Rosa Digital, visite Cedro Rosa Digital.


A utilização de incentivos fiscais para a cultura é uma prática global que tem mostrado resultados positivos tanto para a economia quanto para a preservação e promoção das artes. A inovação da Cedro Rosa Digital em promover pequenos patrocínios em massa é um exemplo inspirador de como essas políticas podem ser utilizadas de maneira criativa e eficaz.


Referências:

  1. Tax Credits for Filming in California

  2. UK Film Tax Relief

  3. Canadian Film or Video Production Tax Credit

  4. France’s Tax Rebate for International Production


Essa matéria apresenta uma visão abrangente de como os incentivos fiscais têm sido usados globalmente para promover a cultura, com um foco especial na inovação da Cedro Rosa Digital no Brasil.


 



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