Muito mais que #games, por Eduardo Brasil Barbosa Jr.



 

Gosto da ideia do lúdico porque considero essa uma chave importante para refletir a respeito do mundo dos games e pensar um pouco mais, sobre tudo aquilo que nos diverte, extrapola nossas experiências e é capaz de falar às nossas emoções. Afinal, quais carros que você gostaria de pilotar?


Como seria marcar um gol na final da Champion’s League? Quando você irá combater em uma arena repleta de magias, ou quem sabe até romper a barreira do espaço e do tempo para garantir sua própria sobrevivência em um mundo distópico não muito distante? Há também aqueles que estariam dispostos a saltar de paraquedas, ao lado de seus bravos amigos, para conquistar um bunker em uma grande guerra mundial. Para a maioria de nós, pessoas comuns, todas essas respostas estão nos games. 


A quarentena modificou por completo as opções de entretenimento e, mais do que nunca, a vida nos convida a um lugar distinto, onde a diversão e a imaginação testam limites. É assim que milhares de pessoas têm se encontrado no vasto ecossistema dos jogos eletrônicos.


Quando no cenário atual declaramos que os games expandiram seu público para o mainstream, estamos dizendo que a pandemia apenas acelerou uma tendência onde o mundo dos jogos (casuais, hardcore games e competições de e-spo