Meu último ato



Era segunda feira de carnaval e poderia ser um feriado como outro qualquer não fosse o dia que prometi terminar algumas demandas iniciadas que precisavam ser urgentemente finalizadas.


Os primeiros raios de sol entrando pelas frestas da janela do meu quarto indicavam que o dia já havia amanhecido, mas minhas pálpebras ainda pesadas teimavam em lutar contra esse fato.

Na pracinha ao lado já era possível ouvir o latido dos cachorros que brincavam enquanto seus donos colocavam a fofoca em dia, alguns sentados tranquilamente em bancos de cimento com coberturas feitas com troncos de árvore que dão um charme todo especial ao lugar, e pensar que tudo ali era mato quando me mudei para cá.


Levantar não é uma tarefa complicada quando se tem uma cachorrinha que faz o papel de despertador, aliás, mais uma vez não precisei dele para despertar, a Nina cumpre bem o papel de me tirar da cama.


Na tela do computador ainda era possível ve