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Música no Museu 26 anos: um símbolo.




Tenho a alegria e um pouco de vaidade de ter criado há 26 anos a série Música no Museu. Não é inédito já que museus da Europa e Estados Unidos abrem espaço à música em sua programação toda ela paga mas a versão brasileira é gratuita graças às leis de incentivo. E na sua programação - que vai de janeiro a janeiro e, assim, mudando o calendário da musica clássica brasileira tradicionalmente de março a novembro, e com uma programação dinâmica que mês a mês privilegia um tema ou um naipe sendo que no seu âmbito realiza há 18 anos e 13 anos respectivamente um Festival de Harpas e um de Sopros.


Nestes 26 anos ininterruptos foram muitas conquistas principalmente se tornando um marco na cultura brasileira. Começamos em 1997 no Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro, em projeção geométrica alcançou cerca de 80 espaços inicialmente os mais importantes do Rio de Janeiro, depois do Brasil de norte a sul e a partir de 2006, em uma ousadia, iniciou no Museu de Montmartre, Paris, França a sua escalada internacional e que já registra concertos em cidades de países de todos os continentes levando a musica e o músico brasileiro para o exterior. E dentre inúmeros feitos, o programa ¨Brasil from Villa-Lobos to Tom Jobim¨no Carnegie Hall lotado.


Nos Estados Unidos, também no LACMA em Los Angeles, no Kennedy Center, em Washigton. E pela Europa concertos nas Universidades de Salamanca e Coimbra duas das três mais antigas do mundo sendo que em Coimbra foi escolhido para as comemorações dos seus 725 anos em 2015 e 730 anos em 2020.


Na Espanha, na Casa do Brasil e na Casa da América em Madrid e o primeiro concerto de musica brasileira no lindo Museu Gugghenheim em Bilbao e em Portugal cidades de Norte a Sul destacando-se Lisboa, Porto, Aveiro, Braga, Salamanca, em Roma -Palacio Dora Phamphili, Berlim, Praga, Viena-Palacio Rotschild nas lindas embaixadas brasileiras- entremeados por apresentações em museus locais, na Asia, Índia e Vietnam comemorando os 25 anos das relações do Brasil com aquele país e na Oceania, cinco concertos na Australia em Sydney, Brisbane e Canberra. E na África, no Marrocos, na sua linda Biblioteca Nacional.

Nestes 26 anos registra um público acima de 1 milhão de pessoas e uma mídia nacional e internacional das mais importantes sendo destaques New York Times, Le Monde de la Musique, Pariscope, LÓfficiel, jornais das cidades onde foram realizados os concertos internacionais além da revista de bordo da TAP distribuída em todos os seus voos pelo mundo.


Assista aqui a playlist de eventos do Música no Museu, transmitidos pela Cedro Rosa.




Também renovamos o panorama da música clássica no Brasil através do Concurso Jovens Músicos - Música no Museu, já na décima versão e que recebe a cada ano uma bolsa de U$ 105 mil da James Madison University -uma escola Steinway- para o vencedor. Também criou-se a Orquestra Jovem Musica no Museu e que já começa a ter vida própria.

O projeto conquistou cerca de 30 prêmios nacionais e internacionais, tríplice coroado com a Ordem do Mérito Cultura l- Presidência da República, Golfinho de Ouro (estado do Rio de Janeiro) e Mérito Carioca (Cidade do Rio de Janeiro), Cultura Viva da Unesco, Latin American Quality Awards, PUC em Buenos Aires, Excelência em Cultura, Portugal, Cultura Viva, Espanha, Urbanidades do IAB.


Tudo isto está registrado no livro “Música no Museu 25 anos: uma vida” que lançaremos em breve contando com o prefacio do “imortal” Joaquim Falcão e a capa do Miguel Paiva.


Assim temos uma história de conquistas mas que chegando a 2023 registra mais 4 fatos importantes desta nossa história. Começa com o recebimento do titulo ¨Patrimônio Cultural Imaterial do Rio de Janeiro” , honraria que apenas a OSB e Musica no Museu tem na musica clássica.


Depois o XVIII RioHarpFestival que se tornou a maior festival de harpas do mundo não só em duração - de junho em Brasília, julho no Rio e São Paulo- e julho a outubro em 10 cidades de 7 países da Europa, o recebimento do Prêmio Especial das Comunidades Lusófonas em Lisboa em setembro 2023 e culmina com a apresentação do novo gênio do piano mundial William Lehninger Swist, 11 anos, brasileiro radicado nos Estados Unidos, ganhador de importantes prêmios como Concurso Internacional de Piano Aegio de 2021 (da Fundação Martha Argheric), Concurso Jovem Internacional de Piano Kaufman e neste mesmo ano de 2023 estreou no Carnegie Hall e foi selecionado para participar da Universidade Mozarteum em Salzburg.



Pianista William Lehninger Swist, Embaixadora Gabriela Albergaria, consul de Portugal no Rio e Sergio da Costa e Silva

De uma família de músicos, pais músicos, tio Maestro de uma Orquestra Norte-Americana e neto da pianista Sonia Goulart, escolheu o Música no Museu para ser o seu primeiro concerto no Brasil, lotando o lindo Palacio São Clemente, aplaudido de pé após realizar um programa de peças compostas por Schumann, Prokofiev, Villa-Lobos entre outros.


Musica no Museu no Google tem milhões de registros e o seu site www.musicanomuseu.com.br , na sua versão nova, em 18 meses já tem mais de 650.000 acessos. E em 2020 criou a Rádio Música no Museu-web (www.radiomusicanomuseu.com) divulgando os seus concertos.


 

O Poder da Música: Como a Cedro Rosa Digital Está Influenciando a Cena Musical Independente Global

Cultura e economia criativa


Didu Nogueira e o samba brasileiro, no stand da Cedro Rosa Digital ,

em Dubai, na GITEX 2023


A economia criativa tem desempenhado um papel significativo na geração de empregos, renda e desenvolvimento no Brasil e no mundo. Aqui estão cinco exemplos desse impacto:






A música é um elemento intrínseco à cultura e à sociedade, desempenhando um papel vital na criação de identidade e no enriquecimento da experiência humana. No entanto, a indústria musical passou por uma revolução nos últimos anos, com a ascensão da tecnologia e a mudança para o mundo digital. Nesse contexto, a Cedro Rosa Digital emergiu como um jogador significativo no cenário da música independente, desempenhando um papel fundamental no desenvolvimento econômico, na criação de empregos e na geração de renda em todo o mundo.


Música Clássica e Popular: Unindo Cultura e Economia Criativa


A música clássica e popular têm sido catalisadoras do desenvolvimento econômico em várias frentes. Orquestras, óperas e festivais de música são não apenas fontes de enriquecimento cultural, mas também geradores de empregos e atrações turísticas. A música clássica, com sua riqueza histórica, atrai entusiastas de todo o mundo para cidades que abrigam renomadas orquestras e casas de ópera. Da mesma forma, festivais de música popular movimentam bilhões de dólares na economia global, proporcionando empregos diretos e indiretos na organização de eventos e na indústria de entretenimento.


Jazz e Sua Influência Cultural

O jazz, um gênero musical profundamente enraizado na cultura afro-americana, também desempenha um papel importante no desenvolvimento cultural e econômico. Clubes de jazz servem como locais de entretenimento e emprego para músicos talentosos, enquanto o jazz em si atua como uma ferramenta diplomática, construindo pontes culturais entre nações e atraindo público diversificado.




A Revolução da Economia Criativa na Música

A economia criativa está no centro das transformações da indústria musical. Com o advento da tecnologia digital, a distribuição de música mudou drasticamente. A Cedro Rosa Digital, uma plataforma inovadora, está liderando esse movimento. Ela oferece a artistas independentes acesso a mercados globais, eliminando intermediários tradicionais e fornecendo uma plataforma de lançamento para músicos emergentes. Isso não apenas promove a autonomia dos artistas, mas também impulsiona o desenvolvimento econômico ao criar oportunidades de emprego na esfera da música independente.


Impacto Global da Cedro Rosa Digital


O alcance global da Cedro Rosa Digital é marcante, com artistas independentes de 5 continentes. Essa plataforma não apenas apoia artistas locais, mas também facilita colaborações transculturais e conecta músicos independentes a audiências internacionais. Essa conectividade global não só enriquece a cena musical, mas também contribui para o desenvolvimento econômico ao expandir as oportunidades de renda para os artistas.



Nika B, artista radicado na Espanha, gravou música do compositor brasileiro Rapha Rosa, lançamento mundial Cedro Rosa



Desafios e Oportunidades Futuras

Claro, existem desafios no caminho. Questões relacionadas a direitos autorais e legislação ainda precisam ser abordadas para garantir que os artistas recebam remuneração justa. No entanto, o futuro é promissor, com a Cedro Rosa Digital e outras plataformas semelhantes moldando um novo paradigma para a música independente e a economia criativa.


Música instrumental de altíssima qualidade, escute o repertório Cedro Rosa na Spotify.


Em resumo, a música, em suas várias formas, continua a ser um poderoso motor de desenvolvimento econômico, criação de empregos e geração de renda em todo o mundo. A Cedro Rosa Digital, com sua visão inovadora, está desempenhando um papel crucial na capacitação dos músicos independentes e na promoção da conectividade global, impulsionando, assim, a economia criativa e a música independente para novos patamares.



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