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Futuros - Arte e Tecnologia



Jayne Kira imagem Takumã Kuikuro_Casa Comum

Programação completa CASA COMUM

Futuros - Arte e Tecnologia


10 de janeiro a 10 março de 2024, quarta à domingo, das 11h às 20h

Classificação livre, exceto na Galeria 1 com indicação a partir de 12 anos.


Entrada franca, ingressos grátis!

 




O CASA COMUM contará com diversas ações, performances, worshops e palestras em paralelo as instalações multimídias e experiências sensórias que ocupam as galerias do prédio da Futuros - Arte e Tecnologia, no Flamengo.


No dia da abertura da exposição, 10 de janeiro, a partir das 18h, haverá uma a fala apresentar o CASA COMUM e seu processo deste 2020, por Renato Rocha, diretor artístico e idealizador do evento, com participação de artistas amazônidas que integram o CASA COMUM e representante do Futuros - Arte e Tecnologia. Em seguida, a artista amazônida Rafael Bqueer apresentará a performance “Estiagem”.




Como parte da programação artística da ocupação, a cada semana, uma artista amazônida fará uma performance em um local diferente no prédio, ativando e amplificando a experiência do público. Já o idealizador, curador e diretor artístico do CASA COMUM, Renato Rocha, ministrará um workshop vivência-imersão, que transbordará num happenig aberto ao público, que ocupará os espaços internos e galeria do prédio da Futuros - Arte e Tecnologia. O workshop será realizado através de inscrições e de um processo de seleção através de currículos e cartas e de intenção.

O Futuros - Arte e Tecnologia, também promoverá o projeto VEM FUTUROS, que contará com uma palestra e um workshop.


A palestra será com a artista visual indígena, arte educadora e bióloga Uýra (Manaus/AM), num papo sobre seu trabalho, sua trajetória como uma das mais importantes artistas brasileiras da cena artística contemporânea, sua militância sobre os direitos humanos, encarnada da entidade em carne de bicho e planta. Com a “Árvore Que Anda”, que denuncia as violências aos sistemas vivos e (re)conta histórias de encantaria existentes na paisagem cidade-floresta. A palestra terá mediação de Renato Rocha.



André Sateré Foto de Roberta Carvalho_Casa Comum

O workshop “Cantos e Curas”, será ministrado pela artista indígena e mulher curandeira, Elizete Tikuna, a Mepaeruna (o galho bonito onde pousa o japó). Elizete também encarna a mulher Onça Torama. Ela é uma artista artesã, cantora, dançarina, estilista e atriz que trabalha com a produção de artesanato, artefatos e grafismos corporais. O workshop, que também contará com a participação do diretor Renato Rocha, convidará o público para os rituais e cantos de cura, conduzidos por Elizete, através das histórias de suas ancestrais, invocando a cultura do povo Tikuna, tendo a dança, a arte do grafismo e os cantos indígenas como suporte. O workshop pretende ainda relacionar os temas que regeram o projeto casa comum e ressaltar algumas falas e trabalhos de outros artistas do projeto para convidar o público para uma pequena ação conjunta com materialidades, tintas e adereços, que transbordará para o prédio da Futuros.

 

CALENDÁRIO DE PERFORMANCES, PALESTRA E WORKSHOPS

 

-      Dia 10/jan., quarta-feira, às 19h

Perfomance de Abertura: “Estiagem”, de Rafael Bqueer

-      Dia 20/jan., sábado, às 19h

Performance “A Boneca Indígena”, de Jaqueline Santos

-      Dia 27/jan., sábado, às 19h

Performance “Dançando Entre Ruínas”, de Verlene Mesquita

-      Dia 03/fev., sábado, às 19h

Performance “Pinturas e Cantos para Ritual da Tucandeira”, de André Sateré e Valda Sateré

-      Dia 03/fev., quarta-feira, às 18h

Palestra Vem Futuros “A Árvore Que Anda”, com Uýra (Teatro)

-      Dia 17/fev., sábado, às 14h

Workshop Vem Futuros “Cantos e Curas”, com Elizete Tikuna e Renato Rocha (Térreo)

-      Dia 17/fev., sábado, às 19h

Performance “A Mulher Onça Torama”, de Elizete Tikuma

-      Dia 24/fev., sábado, às 19h

Performance “Os Muitos Barulhos Que Me Formam”, de Rafa Militão

-      Dia 02/março, sábado, às 19h

Happening CASA COMUM “Transmutações” (participantes da imersão no workshop)

-      Dia 09/março, sábado, às 19h

Performance “Descamando”, de Wellington Dias


 

Donga, o pai do samba, autor do primeiro samba gravado.



ROTEIRO DA EXPOSIÇÃO CASA COMUM

 

TÉRREO – HALL DE ENTRADA

 

Filme documentário sobre toda a experiência do projeto e sua imersão no coração da Amazônia, onde o material multimídia foi produzido, com direção de Takumã Kuikuro e Renato Rocha.

O filme captura a vivência de 15 dias entre rios, florestas e cidades, onde os artistas criaram seus trabalhos performático. Mostra a convivência intensa, divisão de tarefas, momentos de harmonia e beleza, mas também a dificuldade de se experimentar na prática a ideia de casa comum. Apresenta a pluralidade dessas diversas amazônias por onde os artistas passam e, também, o registro documental do Ritual da Tucandeira, rito da passagem do jovem menino para a fase adulta, onde ele coloca a mão em luvas de palha repletas de formigas. E como através do canto, da dança, da invocação do mundo invisível e dos antepassados, toda a comunidade de junta nesse rito de passagem tão importante para o povo Sateré Mawé. O espaço contará apenas com um projetor, criando um ambiente próximo a uma sala de cinema.

 

Direção Artística: Takumã Kuikuro e Renato Rocha

Montagem e edição: Breno Buswell

Trilha original e sonorização: Daniel Castanheira

 

2º ANDAR – GALERIA 1

 

Apresentação dos artistas amazônidas participantes do projeto: Alcemar Vieira Sateré, André Sateré, Elizete Tikuna, Jaqueline Santos, Jayne Kira, Rafa Militão, Rafael Bqueer, Roberta Carvalho, Uýra, Valda Sateré, Verlene Mesquita e Wellington Dias. No telão de LED já existente, passará os vídeos individuais de cada artista, em sequência.

Uma seleção de imagens do trabalho de cada artista estarão estampadas em uma das paredes, com uma bio de cada artista e QR CODE levará o espectador a adentrar o universo de cada artista de forma digital e virtual. Uma extensão da exposição e do trabalho de cada artista para além do espaço cultural. Entrevistas com os artistas estarão acontecendo nas televisões e fones de ouvido sitiadas no lado oposto ao telão de LED. Os espectadores terão a oportunidade de ouvir as vozes e as reflexões dos artistas amazônidas sobre o projeto, o planeta e suas visões de mundo.

 

Direção artística: Renato Rocha

Estúdio digital, edição UK: SDNA

Edição Brasil: Breno Buswell

Criação sonora: Daniel Castanheira

Captação de imagens: Takumã Kuikuro e Rafael Ramos

Iluminação: Paulo Denizot

 

4º ANDAR – GALERIA 2

 

Experiência imersiva, sensorial e multimídia.

Essa sala contará com 12 projetores, cobrindo totalmente todas as paredes. Para onde o espectador olhar, estará passando conteúdos de imagens que seguirão temáticas relevantes ao projeto, numa experiência onírica e poética que misturará os trabalhos dos artistas, imagens das vivências, paisagens, elementos visuais, com urucum, grafismo indígena, mascaras, alimentos, peixes, formigas, adornos, rios barcos, floresta, cidade e momentos da preparação e ritual da tucandeira.


O espaço contará um sistema de som quadrifônicos, envolvendo os espectadores profundamente nas diferentes sonoridades do trabalho. Na parede antes de adentrar a sala imersiva, onde estarão os textos curatoriais sobre a exposição/ocupação, os espectadores terão a chance de conferir em televisores e fones de ouvidos, vídeos documentais sobre o ritual da tucandeira e também reuniões de criação entre os artistas durante a imersão na Amazônia. Essa parede também será revestida por padrões do grafismo indígena Sateré Mawé, agregando-nos diferentes conteúdos dispostos ali.

 

Criação artística: Renato Rocha e SDNA

Roteiro e Dramaturgia: Renato Rocha

Criação sonora e sound design: Daniel Castanheira

Edição UK: SDNA

Edição BR: Breno Buswell

 

5º ANDAR – GALERIA 3

 

Experiência sonora + máscaras Visages (espíritos dos ancentrais)

Essa galeria irá comportar uma experiência sonora, com um grande grave que captura um som realizado pelos Sateré Mawé para comunicação geográfica na floresta e também chamado para o conselho dos mais velhos. Numa grande árvore chamada Sapumema. O espaço contará também com caixas agudas, trazendo para os espectadores uma experiência surround com outras sonoridades capturadas durante a vivencia. Suspensas por linhas de nylon, o espaço será ocupado por 30 máscaras indígenas, criadas por Alcemar Vieira Sateré, um dos artistas Sateré Mawé participantes do projeto. A máscara representa os Visages, espírtos dos mortos que são invocados para transmitir os conhecimentos e a cultura para as novas gerações.

 

Concepção: Renato Rocha

Criação sonora e sound design: Daniel Castanheira

Máscaras: Alcemar Vieira Reis

Iluminação: Paulo Denizot

 

VÃO CENTRAL

 

Cobra gigante amazônica, obra de Alcemar Vieira Sateré.

Presa pelo teto, até o chão, a obra de Alcemar Vieira Reis vai conectar todos os andares e galerias até o hall de entrada. A cobra de aproximadamente 25 metros será realizada de palha trançada, terá a cabeça aberta e inacabada, e será pintada com padrões indígenas Sateré Mawé.

 

Criação: Alcemar Vieira Sateré

 

7º ANDAR – CAFÉ

 

Curta documental sobre a feitura da Cobra.

O artista Alcimar Vieira Sateré será filmado enquanto cria sua obra da cobra, já aqui na cidade do Rio de Janeiro semanas antes da exposição. O registro da criação e feitura da obra será exibido por um projetor na parede acima da porta do teatro, podendo ser vista do café.

 

Direção: Renato Rocha

Captação de imagens, edição e montagem: Breno Buswell


 

 A interconexão entre educação, ecologia, cultura, ciências, artes e economia criativa revela-se como um mecanismo promissor para impulsionar comunidades em situação de marginalização.



Ao implementar programas educacionais abrangentes, que abordam não apenas os aspectos acadêmicos, mas também fomentam a consciência ambiental, habilidades artísticas e conhecimento empreendedor, indivíduos são capacitados a se tornarem agentes ativos de mudança em seus ambientes.




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