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De conversa em conversa




Pediu para sair, alegando cansaço. Fez dois gols no jogo do "Masters da Paula Freitas" contra o "Masters da República do Peru". No vestiário, comentários sobre a sua atuação deixaram-no feliz: ainda era bom de bola, todos concordavam. Falou sobre uma ou outra jogada, valorizou o companheiro que serviu a bola de bandeja para ele finalizar e reclamou, sorrindo, do pênalti não marcado. Depois do banho, vestiu-se, despediu-se com um "até logo, gente!" e, pegando um veículo de aplicativo, foi encontrar a turma no Alcazar para um papo fim de tarde.


Ali, amigos de longa data, poucos restantes, pois alguns já tinham partido, conversavam sobre o passado (prioritário), o presente, e um futuro mais ou menos remoto. Nada de tristeza, porém. Lembranças, causos, piadas, futebol e, por que não dizer, mulheres. Destas, comentavam a beleza da coroa que passou: a ˜coisa mais linda mais cheia de graça˜, que teria uns sessenta e tantos. Do futebol, lembravam do Fluminense: Castilho, Píndaro e Pinheiro...; do Flamengo, Garcia, Tomires e Pavão...; do Botafogo, Manga, Cacá e Nílton Santos... Fred, Gabigol e Kanu não entravam na pauta. Garotos. As afirmações eram às vezes elogiosas, às vezes provocativas e estapafúrdias. Importante era conversar.


Roda de samba, escuta aqui!


Conta paga, despediu-se e foi ao mercado comprar alguns ingredientes para preparar o tira-gosto da noite e o almoço do dia seguinte. Além do principal: as cervejas. A ida fazia parte da sua rotina, gostava de conversar com os funcionários e os caixas, que não se incomodavam em atrasar a fila para ouvir sua nova história.


Conta paga, hora de ir pra casa. Antes de chamar o elevador, um papo com o porteiro sobre o movimento do prédio. Tudo bem, tudo certo? Jocosamente, perguntava: alguma briga de casal? Nada. Que bom! Soube que alguns apartamentos de temporada já estavam reservados para dezembro, o que deixava os moradores preocupados: a Covid... Copacabana é um bairro de idosos e o prédio tem muitos deles. Conversa vai, conversa vem, hora de subir.


Em casa, um outro banho, preparo do tira-gosto, cerveja gelada com dois dedinhos de espuma para dar o gosto, um telefonema para um amigo "jogando conversa fora", outro para uma amiga trocando ideia e marcando um jantar.


Uma mordida no queijinho, um gole na cerva. No apê, agora só o som dos sambas do Paulinho da Viola, emoldurando as palavras que ficaram nas conversas na quadra, no bar, no mercado, na portaria, nos telefonemas, companheiras que alimentam a vida de um homem só.


 

Ouça!





 

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