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Cultura e Economia Criativa reagem, resultados devem aparecer nos próximos 12 meses

A Cultura e a Economia Criativa passam por momentos auspiciosos, depois do caos que o Brasil atravessou entre os anos de 2016 e 2022, quando o segmento foi abertamente perseguido.


A Lei Paulo Gustavo investirá R$ 3,8 bilhões ate o final de 2023, com recursos distribuidos por governos estaduais e municipios.


Tuninho Galante e João Roberto Kelly, o rei das marchinhas, na estreia da projeto sobre Musica, Economia Criativa e Direito Autoral, em 2918, no Rio de Janeiro.


Estudo publicado pelo ITAÚ CULTURAL demonstrou que o segmento da cultura e industrias criativas é responsável por 3.11% do PIB no Brasil.


A Cedro Rosa tem produzido uma série de eventos presenciais e digitais desde 2018, divulgando a importância do segmento musical e das indústrias criativas como geradores de emprego, renda, pertencimento, divisas internacionais


Aqui, a estreia do projeto, em 2018, com participacao de grandes nomes como Antonio Adolfo, A Cedro Rosa promoveu, no final de 2018, o I Seminario A Música na Era Digital. Aqui, a mesa 1, com participacoes de Jose Pires / ECAD, Miguel Faria (Diretor Cinema), Antonio Adolfo, Antonio Murta (Goyanes, Murta Advogados), Hugo Sukman (jornalista) e Marcela Maia (Biscoito Fino).




Seguiram diversas Lives, em função da pandemia de Covid-19, entre 2019 e 2021.


Aqui, a discussão sobre direito autoral, com Roberto Menescal, Ana de Holanda (ex-ministra da Cultura) e Glória Braga (ECAD).


Foram produzidos dezenas de videos com esta temática.


Em 2023, a Cedro Rosa, através de seu fundador, o musico e produtor Tuninho Galante, em parceria com a Casa de Cultura do Parque Villa Lobos, produziram um encontro sobre Música, Economia Critiva, com liderancas importantes do segmento, como TV Cultura, SESC, TV Bandeirantes e artistas como Manu Lafer, Otavio Zobaran e Marceu Vieira entre outros.



As artes visuais, a música, a cultura e a economia criativa desempenham papéis essenciais na geração de emprego, renda, cidadania e pertencimento em várias partes do mundo. Esses setores oferecem oportunidades de trabalho para artistas, músicos, designers, cineastas, escritores e muitos outros profissionais criativos. Além disso, promovem a diversidade cultural, fortalecendo o sentimento de pertencimento e identidade cultural.


Maria Paula Carvalho, especial para CRIATIVOS!


Países como os Estados Unidos, Reino Unido, França, Canadá e Brasil estão entre os maiores investidores em indústrias criativas, com políticas de apoio, subsídios e incentivos fiscais para estimular o crescimento desses setores.


A Cedro Rosa Digital tem desempenhado um papel significativo no mercado independente de música global, oferecendo serviços de certificação, distribuição e geração de receita para artistas independentes. Isso permite que músicos talentosos alcancem audiências globais, recebam royalties justos e construam suas carreiras de forma independente, contribuindo assim para o desenvolvimento econômico e cultural desse segmento em todo o mundo.


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