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Chamada Serrapilheira-Faperj exclusiva para pós-doutorandos negros e indígenas.


Ilustração de Catarina Bessell produzida para o texto "Por que a ciência precisa de diversidade?", de Michel Chagas, publicada no blog Ciência Fundamental, na Folha de S.Paulo, em novembro de 2020.

Inscrições: 21 de março a 24 de abril


Estão abertas as inscrições para a chamada pública destinada a cientistas negros e indígenas lançada pelo Instituto Serrapilheira em parceria com a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). Serão disponibilizados até R$ 10,2 milhões para o pagamento de bolsas e investimentos em pesquisas. O edital e o link para inscrições estão disponíveis aqui.


O objetivo é estimular o intercâmbio de ideias entre cientistas – que deverão atuar, no caso deste edital, especificamente na ecologia. Assim, os candidatos selecionados vão integrar grupos de pesquisa do estado do Rio de Janeiro nos quais não tenham nem se formado nem atuado antes. Os pesquisadores, que trabalharão como pós-doutorandos, podem vir, portanto, de instituições, cidades, estados ou mesmo países diferentes: quanto maior a mobilidade, melhor.


 

Música de pretos do Brasil


 

O edital tem como foco jovens doutores sem nenhum tipo de vínculo empregatício com instituições de ciência e tecnologia (ICTs) no momento da assinatura do contrato. Com a iniciativa, pretendemos promover novas linhas de pesquisa em ecologia formuladas por pós-doutores negros e indígenas que almejam obter, no médio prazo, posições permanentes. Os oito candidatos selecionados irão receber uma bolsa mensal de R$ 8 mil, além de até R$ 700 mil para o financiamento da pesquisa durante três anos, renováveis por mais dois anos. Tanto o auxílio para a pesquisa quanto a bolsa serão financiados pela Faperj. Serão ainda disponibilizados mais R$ 100 mil adicionais do Instituto Serrapilheira. Parte dos recursos do instituto deverá ser destinada especificamente à formação de pessoas de grupos sub-representados na ciência. A iniciativa vincula a grandeza da ciência brasileira ao crescimento do número de professores e pesquisadores negros e indígenas na academia. Com essa chamada, afirmamos a confiança nos resultados de uma ciência representativa, apoiando a pesquisa em ecologia e a formação de jovens talentos, de quem depende o futuro do país.


Projeto Mukengi: programa de aperfeiçoamento para pesquisadores negros e indígenas Inscrições: 20 de março a 12 de abril


Também estão abertas as inscrições para a segunda edição do projeto Mukengi (lê-se: muquêngui), programa de aperfeiçoamento para pesquisadores negros e indígenas com o objetivo de capacitá-los a realizar estudos direcionados às suas comunidades, promovido pelo Instituto Mancala com apoio do Serrapilheira. Serão selecionados 30 candidatos para aulas teóricas e atividades de pesquisa aplicada em cima do tema: fome e insegurança alimentar. Para mais informações e acesso ao formulário de inscrição, clique aqui. Para se candidatar, é preciso estar cursando ou ter cursado mestrado e/ou doutorado nas áreas de exatas, ciências da vida ou saúde, ser negro(a) ou indígena e ter interesse em trabalhar com o tema proposto. Os participantes vão propor soluções para a grave crise alimentar que o país enfrenta, especialmente em comunidades mais vulneráveis, como quilombolas, periféricas e indígenas. O programa é dividido em duas etapas: um ciclo virtual de capacitação inicial, com três meses de duração; e um ciclo de atividade prática de extensão acadêmica, que vai durar seis meses. A primeira etapa tem início em 6 de maio.


Hoje, 21 de março, é Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Dados do IBGE mostram que cerca de 57% da população brasileira se classifica como preta, parda ou indígena, mas, nas instituições acadêmicas, essa parcela majoritária da população é historicamente sub-representada. As duas iniciativas acima são um passo para tentarmos mudar esse cenário.


Música de Ala Qualidade


 

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