Brasil não tem vocação para um 4º Reich


Lais Amaral Jr.

Uma pausa nos meus “esbarrões” com celebridades do mundo artístico, com mais frequência com os da música, para uma breve reflexão sobre o momento por que passa o país. Não que minhas reflexões sejam novidade. Felizmente tem muita gente pensando igual por aí. As reflexões foram motivadas pela releitura da famosa ‘Carta Testamento’ de Getúlio Vargas, por ocasião dos 67 anos do seu suicídio, dia 24 de agosto. Terça-feira passada.

No primeiro parágrafo da Carta, Getúlio dizia que seus inimigos não o acusavam, e sim o insultavam, que não o combatiam e sim o caluniavam e não davam direito de defesa. Lembra algo mais recente? Parece com o caso de um outro (ex-) presidente que foi insultado, caluniado e preso por 580 dias sem provas? Lembra, né?! A maior diferença é que este não cometeu suicídio e preferiu lutar contra seus inimigos e está conseguindo provar sua inocência, enquanto o juiz que o condenou foi declarado parcial e é hoje um pária no meio jurídico.