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Aparência ou realidade? Tudo azul?




Antigamente, quando se queria dizer que as coisas estavam bem, dizia-se "tudo azul". Era também comum se falar que alguém pintava a realidade com tintas róseas, expressão que significava uma descrição suavizada das asperezas da vida.


Hoje temos que enfrentar uma ação intencional, falsa, criminosa, chamada "greenwashing", ou seja, "pintando de verde", expressão que caracteriza quem - seja do governo ou instituições privadas - aparenta passar por correto e protetor do meio-ambiente, mas, na realidade, apenas guarda as aparências, cobrindo de uma "tintura verde" (forjando um compromisso com o ambiente) a realidade das suas ações. No fundo, suas ações e seus produtos são ecologicamente prejudiciais. Estes são os "greenwashers".


Quando começaram a atuar, os primeiros ativistas das questões ambientais eram chamados depreciativamente de "ecochatos", ou xiitas, no sentido, erroneamente usado, de radicais. Ações de impacto midiático foram empreendidas por grupos ambientalistas, o que, de fato, gerava matérias jornalísticas, mas não provocava efeitos mais duradouros.


 

Escute esta excelente playlist com os Mestres do Samba.

 

Mais recentemente, a ciência veio apontando e medindo as consequências da progressiva deterioração dos ecossistemas do planeta, associando-a aos nossos hábitos de vida e de consumo.


A sociedade do consumo, amparada pelo uso intenso dos combustíveis fósseis em automóveis, navios, aviões, nas indústrias de aço, de cimento, petroquímica e fertilizantes, tem que se transformar. Já começou, mas precisa acelerar muito o ritmo da mudança.


Florestas devastadas, áreas erodidas e desertificadas, chuvas ácidas, pandemias, secas, inundações, clima descontrolado e imprevisível, extinção de espécies e aumento da vulnerabilidade das populações humanas menos favorecidas tem crescido como consequência do aquecimento da Terra.


A ciência, que um dia criou os equipamentos e processos que acabaram trazendo tamanho estrago ambiental, agora produz instrumentos acurados para medir a temperatura, umidade, ventos, marés etc. Todos estes dados são reportados em tempo real para milhares de estações de controle da atmosfera, oceanos, rios, cidades e biomas.


Com isso, temos um retrato preciso e aterrador. Muitas espécies animais e vegetais estão sendo extintas e o futuro da vida dos nossos filhos e netos fica comprometido.


O que ainda nos falta para agir? A resposta é simples: não agimos porque não nos sentimos convencidos - e isto pela simples comodidade de não nos assumirmos como culpados.


É necessário assumirmos nossa parcela de culpa na destruição dos nossos ecossistemas. Só assim, em um verdadeiro rito de passagem, podermos fazer nosso ato de contrição e partirmos para uma ação militante coletiva e transformadora. Temos atuado com a estratégia de avestruzes em desenhos animados: cobrindo o olhar, preferindo não olhar para o perigo.


Existem estímulos à inação, particularmente para os segmentos mais privilegiados da sociedade (aqueles que mais consomem). Boa parte das empresas/organizações praticam o "greenwashing" e anunciam meias verdades: plantam umas tantas árvores, recolhem latinhas de cerveja... e saem trombeteando seus atos com as tinturas do 'marketing verde', como se isso fosse resolver o problema do planeta.


Este comportamento empresarial e governamental não é aceitável. Precisamos urgentemente dar uma profunda reviravolta no modelo de civilização que temos. O primeiro passo é o exame de consciência e o estudo, seguido do reconhecimento da culpa que temos nisso e da necessidade da ação coletiva - nacional e internacional - para reverter a situação.


Creio que esta será a grande guerra mundial a enfrentar, fazendo com que os 10% mais poderosos membros da sociedade mundial, que vivem bem do jeito que as coisas são, se curvarem à necessidade coletiva de salvar o planeta para eles e para os demais 90%. A solução terá que ser boa para todos, redutora das desigualdades sociais e das formas perdulárias de utilização dos recursos naturais.


 

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