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Após mais de 50 anos de carreira, Luiz Carlos SÁ lança seu primeiro CD solo

Foto Luiz Carlos Sá _ Divulgação

“Solo e bem acompanhado” terá turnê nacional, que começa em maio

pelo Rio de Janeiro, no Teatro Rival


No próximo dia 19/05, sexta-feira, Luiz Carlos SÁ lança seu primeiro CD solo, “Solo e Bem Acompanhado” (Mills Records) no Teatro Rival, após mais de 50 anos de uma carreira quase que inteiramente dedicada à dupla SÁ & Guarabyra e ao trio SÁ, Rodrix & Guarabyra. O CD tem doze músicas, sendo nove inéditas. Três delas – “A Ilha” (SÁ – Guarabyra), com participação de Roberto Frejat no vocal e guitarra slide, “Caçador de Mim” (Sergio Magrão – SÁ) com a participação do Roupa Nova, e Mato e Morro” (SÁ) - já estão disponíveis em streaming. Para conferir todas as faixas do CD, basta acessar o link: https://mills-publishing.reprtoir.io/s/track_playlists/6cbf0d72-9d9d-4ce6-b939-a4aecc48c447


“Estou me sentindo um estreante e ao mesmo tempo renovado com este projeto”, confidencia SÁ, confirmando que a dupla com Guarabyra continua firme e forte, fazendo shows pelo Brasil. Sobre o álbum, ele adianta: “Na escolha do repertório, em conjunto com o produtor Vinícius Sá, acabamos por selecionar uma parte de canções com cunho político e social e outra parte com viés mais romântico”, conclui o artista que passou os últimos anos de pandemia em Portugal, com a esposa Verlaine e o filho mais novo, Diogo, e que agora está de volta do Brasil, fixando residência em Nova Lima, Minas Gerais.



Entre as participações especiais no CD, estão Frejat, Lucy Alves, Armandinho,

Roupa Nova e Golden Boys


Oriundo da criação, com Guarabyra e Rodrix, do chamado “rock rural” - música brasileira que mistura uma raiz interiorana com influências do folk rock – Luiz Carlos SÁ passeia neste primeiro CD solo por várias tendências de sua abrangente capacidade criativa, músicas que já fazem ou farão parte das quase 400 que ele tem editadas e gravadas por alguns dos principais intérpretes brasileiros de diversas gerações e tendências.


Ao lado dos parceiros habituais, como Flávio Venturini (“Pra Contar Pra Mim”), Pedrão Baldanza (“Os 10 Mandamentos do Amor” e “Sem Uma Luz”, esta com Vinicius Sá na parceria) e Guarabyra (“A Ilha”), Sá traz no disco outros de primeira viagem: “Cada Um de Nós Dois” é com Cid Ornellas – celista da sinfônica de Minas Gerais, irmão do saxofonista Nivaldo Ornellas ; “Um Povo com Vida” é uma das várias que ele tem com Mamour Ba, multi-instrumentista senegalês radicado em Belo Horizonte; vem também a parceria inédita com o poeta tropicalista Torquato Neto, “Eu te via Clareando”, feita quando ele e SÁ eram companheiros de redação no “Correio da Manhã”, em finais dos anos 60, aqui contando com o auxílio luxuoso de Lucy Alves no acordeon e na voz.


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Já na bossa – choro rural “Serra Mineira”, Luiz Carlos SÁ põe uma pitada de cada referência sua, desde os saraus em família, na sua Vila Isabel de origem, até a temática idílica/rural que faz parte da história da dupla SÁ & Guarabyra, tudo temperado pelo inconfundível bandolim de Armandinho. Em “Os 10 Mandamentos do Amor” (Pedrão Baldanza/Sá), ouve-se o magistral coro “spiritual” dos Golden Boys. O clássico da MPB “Caçador de Mim” (Sergio Magrão/ Luiz Carlos SÁ), que ganhou o mundo na voz de Milton Nascimento, foi gravado com os amigos do Roupa Nova, renovando a química que a banda tem com as músicas de Sá, evidente em versões deles para “Jeito de Viver”(SÁ), “Me Faça Um Favor” e “Dona” (SÁ/Guarabyra).


Escute essa playlist, com grande nomes cantando o repertório da Cedro Rosa Digital



Sobre Luiz Carlos Sá


O cantor, compositor e instrumentista LUIZ CARLOS Pereira de SÁ nasceu em Laranjeiras, Rio de Janeiro, mas passou a infância em Vila Isabel e a adolescência na Tijuca. Começou sua carreira profissional em 1965, tendo suas primeiras músicas gravadas por Pery Ribeiro, Luhli, Nara Leão, MPB4, Leny Andrade e outros. No ano seguinte, fez sua estreia nos palcos, participando do musical “Samba Pede Passagem”, do Grupo Opinião, formando o Grupo Mensagem – um coletivo de jovens “cantautores” que unia vozes e músicas de Sá, Sidney Miller, do futuro cineasta Paulo Thiago, de Marco Antonio Menezes e de Sonia Ferreira (futura Quarteto em Cy) – ao lado de figuras consagradas como Baden Powell, Aracy de Almeida, Ismael Silva e outros ícones do samba de raiz. Depois de concorrer em alguns festivais, gravar seus primeiros singles (“Inaiá” e “Canto do Quilombo” pela RCA e “Homem de Neandertal” e “Povo do Ar” pela Odeon) e ter várias músicas incluídas em trilhas de novelas, formou em 1972 com Zé Rodrix e Guarabyra o trio SÁ, Rodrix & Guarabyra – que seguiu em dupla, a partir de 1974, após a saída de Rodrix (que depois voltou de 2001 a 2009), emplacando sucessos como “Primeira Canção da Estrada”, “O Pó da Estrada”, “Hoje Ainda é Dia de Rock”, “Mestre Jonas”, “Sobradinho”, “Espanhola”, “Cheiro Mineiro de Flor” e “Jesus Numa Moto”. Alguns de outros hits da dupla aconteceram em novelas referenciais da TV brasileira, como “Roque Santeiro” - com as músicas “Roque Santeiro”, “Verdades e Mentiras” e “Dona” - e na primeira versão de “Pantanal”, em 1990, que teve “Estrela Natureza” e “Quem Saberia Perder”. Recentemente, Luiz Carlos SÁ chegou a estar presente simultaneamente, como coautor, em três trilhas de novelas de sucesso: “Pantanal” (com “Noites de Tempestade”, parceria e interpretação de Gabriel Sater), “Cara e Coragem” (com “Saltei de Banda”, parceria com Zé Rodrix e interpretação de Elza Soares) e “Mar do Sertão”, na abertura com “Sobradinho”, parceria com Guarabyra e interpretação de Chico Cesar.

Sobre o CD:


“Solo e Bem Acompanhado” foi produzido por Vinicius Sá com a coprodução de Felipe Freire e Lourival Franco e mixado na Cia. dos Técnicos por Flavio Senna. Teve transcrição analógico/digital por Ricardo Carvalheira, na IAI Áudio, e foi masterizado por Ricardo Cecchi, na Masterização Online.

Músicos:

Filipe Freire – arranjos de base e violão de aço

Piero Grandi – guitarras

Miguel Sá e André Agra, violões de aço

Eugenio Dale, violão de nylon

Luiz Otávio e Márcio Pombo – teclados e pianos acústicos

Pedrão Baldanza (in memoriam), Alexandre Cavallo, Arthur Maia (in memoriam), Marcelinho Mariano e Pedro Moraez, baixos

Jurim Moreira, Christiano Galvão, Cláudio Infante e Carlos César – baterias

Beto Saroldi – saxofones

Zero Telles e Armando Marçal– percussão

Ricardo Gomes – apoio vocal


Algumas curiosidades sobre o álbum:

- “Pra Contar pra Mim” é sobre a conversa - real - que SÁ teve com um brasileiro originário adotado pela nação Krahó, que contou a ele a história da extinção da sua tribo de nascença e de sua adoção pelos Krahó, depois de uma sangrenta guerra entre esses povos. SÁ ficou tão impressionado com a conversa, travada numa mesa de bar em São Paulo ao sabor de uma garrafa de tequila (só tempos depois SÁ soube ser então ilegal indígenas consumirem álcool em locais públicos...) que ao chegar em casa colocou-a inteira numa melodia que seu parceiro Flávio Venturini deixara semanas antes para letrar.


- “Um Povo com Vida” é a homenagem que SÁ e seu parceiro senegalês Mamour Ba fizeram a todos os que ajudam os povos desvalidos, os emigrantes sem posses, os exilados e todos aqueles sem terra, lar ou destino. Composta e gravada antes da pandemia, acabou por tornar-se, nos tempos atuais, tristemente adequada a esta situação.


- Em finais da década de 60, SÁ dedicava-se ao jornalismo e editava um encarte cultural no “Correio da Manhã”, o “PLUG”. Reynaldo Jardim – editor geral do jornal – trouxe Torquato Neto – que SÁ já conhecia – para colaborar no “PLUG” e Wally Salomão. SÁ e Torquato retomaram uma parceria que fora interrompida anos antes e terminaram duas músicas: “Eu te via clareando” , que se chamava então “Toada”) e “Como Meus Dedos são Vinte”. Com o sucesso do trio SÁ, Rodrix & Guarabyra, elas ficaram de lado, dado o volume de músicas próprias que o trio tinha. Quando SÁ começou o projeto solo e quis gravar uma das músicas, não encontrou a segunda parte da letra da então “Toada” Ela acabou por ser gravada, já com o novo nome ”Eu te via clareando” somente em 2017, quando SÁ – por acaso – achou a letra original completa de Torquato entre algumas anotações do “PLUG” que conservava em seus arquivos pessoais.


Serviço Show Teatro Rival Refit

Dia 19/05, 6ª, às 19h30

End: Rua Álvaro Alvim, 33, Cinelândia

Link pré-venda de ingressos:

https://www.teatrorivalrefit.com.br/luiz-carlos-sa-solo-e-bem-acompanhad/

Banda Luiz Carlos SÁ (violão e voz) no show:


Piero Grandi (violão/ guitarra)

Vinicius Sá (baixo e direção musical)

Lourival Franco (teclados)

Matheus Forli (bateria)

 

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