Aniceto de Menezes, um mestre Griô da nossa cultura. Viga mestra do partido alto




Eu era ainda um pouco verde nas páginas do Samba quando me vi pela primeira vez diante de um monumento da Cultura popular, o senhor Aniceto de Menezes e Silva Junior. O Mestre Aniceto do Império. Isso aconteceu em meados dos anos 80, em Nova Iguaçu. Eu, o jornalista Enock Cavalcati e o saudoso amigo Adalberto Cantalice dividíamos a edição do caderno de cultura do semanário ‘Correio da Lavoura’, a mais antiga e tradicional publicação da cidade, tocada pelo Robson Azeredo, um sujeito sério, bem informado, que era a cara do Nei Lopes e que, infelizmente, também partiu antes do combinado.