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A Transformação Digital na Cadeia Produtiva da Música

José Pires, para CRIATIVOS!


José Pires, no estúdio da Cedro Rosa / foto: Helena Gentil Barreto
José Pires, no estúdio da Cedro Rosa / foto: Helena Gentil Barreto

A cadeia produtiva da música gera um enorme e complexo modelo de negócio, representado por diversas atividades que resultam em obtenção de receita e na criação de postos de trabalho.


Sendo a transformação digital a abordagem pela qual as empresas direcionam as mudanças em seus modelos de negócios e ecossistemas por meio de competências digitais, podemos definir que a transformação digital inova e padroniza esse complexo modelo de negócio da música através da mudança de comportamento (mindset) de consumo por seus admiradores.


Com várias opções de oferta o modelo de negócio que influi diretamente na cadeia produtiva da música, precisa estar sempre em constante mudança e principalmente na estratégia que será adotada para atingir seu público alvo.


A transformação digital vem mudando o comportamento das pessoas e praticamente tudo que está ao nosso alcance. A forma de se relacionar, comunicar, consumir e a possibilidade de compartilhamento de inúmeros conteúdos, e obviamente a forma como identificamos as músicas e seus criadores.


Esse processo atualmente está em grande parte direcionado para o modelo de negócio do entretenimento. Vários conteúdos relacionados a filmes e músicas estão disponíveis para consumo imediato e com grande qualidade.

O lançamento de um filme ou de uma música é amplamente divulgado no ambiente virtual antes mesmo do lançamento tradicional.


A velocidade de comunicação de forma digital gera uma nova forma de consumo da música pois é o consumidor que determina essa velocidade e dita o que quer ouvir, a que horas e de que maneira. A portabilidade, mobilidade e o fácil acesso ao conteúdo musical são atualmente o diferencial para o sucesso desse complexo modelo de negócio.


Existem vários “cases de sucesso” que determinaram toda essa nova forma de consumo. Se voltarmos 20 anos atrás o IPod foi precursor desse fenômeno de mobilidade de conteúdo musical, tendo em parceria e lançado na mesma época o ITunes, loja virtual onde o consumidor pode escolher o seu conteúdo preferido.


Em 2005 surgiu o Youtube, a rede de compartilhamento de vídeos que iniciou uma imensa oferta de acessibilidade que temos hoje.

Porem os serviços que determinaram fortemente essa mudança de comportamento de consumo e que influi hoje diretamente nos modelos de negócio que viabilizam toda a cadeia produtiva da música foram os serviços de streaming.


A popularização do serviço de streaming determinou a tendência do “gosto de ouvir música das pessoas” (hábito de ouvir música) através do mapeamento nas bases de dados de consumo nas diversas plataformas digitais.

Casos como o Netflix, Deezer, Spotify, Applle Music, Google Play Music, Globo Play, Amazon Prime Video e tantos outros, foram serviços que obtiveram sucesso e grande retorno financeiro utilizando a inovação tecnológica através da transformação digital. De forma automática, os anunciantes transferiram seus investimentos para esses serviços.


Estima-se que em torno de 24% foi o aumento nos últimos anos para os serviços de assinaturas. A receitas com streaming de música aumentaram 12 % no geral no primeiro semestre deste ano.


Essa nova forma de consumo é uma realidade, é um fato. A crescente inovação tecnológica utilizada nesses serviços de entrega de conteúdo musical não tem como ser interrompida. Os novos modelos de negócios estrão, cada vez mais, no âmbito digital. Cabe agora aos stakeholders da cadeia produtiva da música, buscar a justa remuneração aos criadores, os verdadeiros “donos” de todo conteúdo musical disponibilizado por esses serviços.

 

José Pires vem colaborando com os projetos da Cedro Rosa, como no seminário A Música na Era Digital (Edição 2018), que reuniu grandes músicos, jornalistas e produtores para discutir e esclarecer diversos aspectos da musica na atualidade.


Veja .



Consultor, com mais de 30 anos de experiencia profissional em tecnologia, inovação, governança corporativa e planejamento estratégico. MBA em Gestão de Negócios e Tecnologia da Informação pela FGV/RJ. Pós-Graduação em Análise de Sistemas pela PUC/RJ. Graduação em Engenharia Civil pela Universidade Santa Úrsula. Certificado em: AI for Business pela I2AI (International Association of Artificial Intelligence. Certificado em: Inovação e Transformação Digital pela Triple AAA. Certificado em: AI Tecnologies Foundation pela I2AI (International Association of Artificial Intelligence). Certificado em: Da IoT ao BIG DATA pela I2AI (International Association of Artificial Intelligence). Certificado em: Data Transformation, Strategy and Governance pela I2AI (International Association of Artificial Intelligence). Certificado em: Storytelling with Data pela I2AI (International Association of Artificial Intelligence). Ex-Gerente Executivo de TI e Planejamento Estratégico (CIO) do ECAD - Escritório Central de Arrecadação e Distribuição - Direitos Autorais de Música.

 

Criativos / CR Zine é um diário digital voltado à Arte, Cultura e Economia Criativa e conta com a colaboração de centenas de artistas, criadores, jornalistas e pensadores da realidade brasileira.

Editado pela Cedro Rosa.


 


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