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A Era Digital e a Economia Criativa, por José Pires

Artigo do Dia / Criativos - Cr Zine.


Foto: Helena Gentil Barreto / Cedro Rosa



A era digital na economia criativa se caracteriza por um processo de inovação

somado a uma forma criativa de se fazer algo.


Algumas empresas desenvolveram seus modelos de negócios e ecossistemas

por meio de processos criativos e colaborativos associados a competências

digitais.


Basicamente a economia criativa deve gerar modelos de negócios voltados

para a inclusão social, sustentabilidade e processos de inovação.

As empresas que implementaram um novo modelo de negócio utilizando o

conceito de inovação iniciaram a sua jornada para a Transformação Digital. Na

era digital, a economia criativa precisa atender a 4 pilares fundamentais:


Atrair clientes

Apresentar novas experiências


Capacitar colaboradores

Reinventar a produtividade e permitir uma cultura de dados


Otimizar operações

Modernizar o portifólio, transformar processos e habilidades


Transformar produtos

Produtos inovadores e modelos de negócios


Um estudo, realizado pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC)

e publicado em 18/05/2020 – site da Agência Brasil - São Paulo, mostrou que

os brasileiros aumentaram suas compras online, passaram a usar meios

digitais de pagamentos e devem continuar com esses hábitos de compra e

consumo no pós-pandemia. 


Conforme o estudo denominado Novos Hábitos Digitais em Tempos de Covid-

19, que entrevistou mil pessoas em todo o país, a crise do novo coronavírus fez

com que a transformação digital do varejo se tornasse prioridade para poder

manter os negócios em operação: 52% dos entrevistados estão comprando

mais em sites e aplicativos e 70% continuarão comprando mais online do que

faziam antes da covid-19.


Por outro lado, algumas empresas implementaram um novo modelo de negócio

utilizando a Transformação Digital, em decorrência da prestação de serviço não

estar atendendo a necessidade e a demanda dos clientes. Por exemplo: Uber

foi a solução para o transporte privado urbano que sofria com o acesso

limitado, o mau serviço e o controle das tarifas; Airbnb, ao promover o

compartilhamento de habitação, resolveu o problema de disponibilidade

limitada e as opções de preço. O que dizer do Netflix? O compartilhamento de

filmes proporcionando a personalização do conteúdo selecionado fez e faz toda

a diferença.


Some-se a tudo isso, a popularização de serviços (conteúdo) via streaming que

fortemente contribuiu para esse processo de inovação digital na economia

criativa. São emblemáticos os cases do Spotify, Aplle Music, Deezer, Amazon

Prime Video, Youtube e outras tantas plataformas digitais de disponibilização por

streaming de conteúdo de áudio e vídeo.


Recentemente, inclusive, o Spotify informou que o streaming de música em razão das pessoas buscarem novos métodos de entretenimento fez com que as assinaturas tivessem um crescimento considerável antes e durante a pandemia.


Também em razão da pandemia do COVID – 19, outras empresas também adequaram seus modelos de negócios de delivery, distribuição, pagamentos e comunicação a novos processos digitais. Podemos citar alguns exemplos: Uber Eats, PicPay, Facebook, Whatsapp, Zoom, Microsoft Teams e Cisco Webex.


Podemos assim concluir que a economia criativa na era digital tem se desenvolvido na busca por soluções inovadoras que impactem diretamente em alterações ou na criação de novos modelos de negócios através da digitalização de seus processos.


 

José Pires vem colaborando com os projetos da Cedro Rosa, como no seminário A Musica na Era Digital (Edição 2018), que reuniu grandes musicos, jornalistas e produtores para discutir e esclarecer diversos aspectos da musica na atualidade.


Veja .



Consultor, com mais de 30 anos de experiencia profissional em tecnologia, inovação, governança corporativa e planejamento estratégico. MBA em Gestão de Negócios e Tecnologia da Informação pela FGV/RJ. Pós-Graduação em Análise de Sistemas pela PUC/RJ. Graduação em Engenharia Civil pela Universidade Santa Úrsula. Certificado em: AI for Business pela I2AI (International Association of Artificial Intelligence. Certificado em: Inovação e Transformação Digital pela Triple AAA. Certificado em: AI Tecnologies Foundation pela I2AI (International Association of Artificial Intelligence). Certificado em: Da IoT ao BIG DATA pela I2AI (International Association of Artificial Intelligence). Certificado em: Data Transformation, Strategy and Governance pela I2AI (International Association of Artificial Intelligence). Certificado em: Storytelling with Data pela I2AI (International Association of Artificial Intelligence). Ex-Gerente Executivo de TI e Planejamento Estratégico (CIO) do ECAD - Escritório Central de Arrecadação e Distribuição - Direitos Autorais de Música.

 

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Sua plataforma digital funciona em 10 idiomas no mundo inteiro e conta com mais de 3 000 mil certificadas, prontas para serem licenciadas para sincronizações diversas em filmes, novelas, audiovisuais, games e publicidades.



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